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Megatendências de tecnologia e negócios para 2024


É tempo de sacudir a poeira e já se ligar nas tendências de tecnologia e negócios para 2024 (e quem sabe para os próximos anos). Mais do que se adaptar às mudanças (incessantes) do mercado, as megatendências funcionam como uma forma de adiantar comportamentos e novidades de modo estratégico.


Aqui vamos falar sobre o que esperar da inteligência artificial, corrida pela transição energética, efeitos econômicos de conflitos, computação quântica, robótica e cybersegurança.


A ideia é que, com uma visão de mundo atualizada, você possa avaliar as implicações e oportunidades de cada uma das tendências a seguir, em sua vida e na realidade de sua empresa.


As novas IAs e sua inevitável governança


Mais uma vez, a inteligência artificial assume o protagonismo na lista de tendências para os próximos anos. Apesar de ter apenas um ano, o ChatGPT deve ter rivais e parentes capazes de gerar narrativas complexas, conteúdos exclusivos e até mesmo compor sinfonias musicais.


A grande sensação em 2024, e nos anos seguintes, serão os modelos de IA generativa multimodal, o que significa articular diversos inputs como voz, texto, imagens, melodias e pistas visuais. Nesse sentido, o Google saiu na frente com o lançamento do seu Gemini ainda na primeira semana de dezembro.


Outros gigantes do setor, como a própria OpenAI, estão se movimentando, e o que se espera é um leque de oportunidades, desde geração de conteúdo em múltiplas camadas quanto experiências multissensoriais até agora inéditas.


  • À medida que tecnologias disruptivas vão surgindo (como deepfakes), órgãos reguladores precisam aprimorar regras e aprovar leis específicas. As maiores preocupações giram em torno do "efeito da IA nos empregos e a potencial de interferência eleitoral", avalia o The Economist.


A Europa saiu na frente com a aprovação da EU AI Act, primeira lei de inteligência artifical do mundo, e a tendência é que ela possa impulsionar a aprovação de normas similares em países como Brasil e EUA.


EUA e China: disputa pela energia limpa


A transição para as energias limpas deve criar superpotências verdes e um novo mapa de recursos energéticos. O foco é ir atrás de nações que fornecem lítio, cobre, sódio e níquel, que assumirão um protagonismo antes representado por produtores de gás e petróleo.


Nessa competição por recursos verdes, Europa e EUA devem mexer os pauzinhos para que a China não domine o processamento de minerais essenciais ao baixo impacto ambiental.


  • Só para relembrar... Algo similar aconteceu na corrida global pela implantação e desenvolvimento de tecnologias 5G, que atrapalhou os planos da Huawei de se posicionar nesse mercado.


O interesse sobre insumos de energia limpa ganham ainda mais força com o texto final aprovado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28). O documento reforçou a importância de avançarmos com a transição energética no planeta.


Conflitos Rússia x Ucrânia e Israel x Hamas afetarão a economia?


As tensões entre EUA e China e as guerras na Ucrânia e em Gaza não deverão ter em 2024 o mesmo impacto em algumas economias como neste ano, segundo a The Economist Intelligence Unit (EIU). Para seus analistas, "a inflação vai cair e os juros se estabilizar [nos EUA]".


Na remodelação da cadeia de suprimentos, países da América Latina, como o Brasil, devem se beneficiar de sua posição como exportadores de matérias-primas, localização estratégica distante dos conflitos e retorno de fluxos de capital.


O PIB brasileiro deverá chegar a 2,4% em 2024, de modo consistente à projeção de crescimento do PIB global de 2,2%, conforme o Instituto de Finanças Internacionais.


Computação quântica: um mercado real


Os computadores desse segmento ainda estão em estágios iniciais de desenvolvimento, porém devem passar por avanços consistentes a partir do próximo ano. A IBM, por exemplo, planeja colocar seu sistema de computação quântica com capacidade instalada de 4 mil qubits até 2025.


No final de 2023, a gigante anunciou o Condor, que tem 1.121 qubits. O salto é enorme em relação ao Osprey, de 2022, que tem 433 qubits.


Para além da capacidade de processamento, há expectativas sobre avanços que permitirão à IA quântica processar vastíssimos conjuntos de dados complexos em setores diversos.

São potenciais aplicações na área da saúde, simulando interações entre medicamentos, fatorização na área da criptografia, análise de dados no setor bancário e mais. Algo que já vem sendo explorado por empresas do mundo todo, inclusive no Brasil.


A nova revolução da robótica


A automação será diferente dos robôs que conhecemos (ou imaginamos). De acordo com a International Federation of Robotics, o número desses equipamentos ultrapassará quatro milhões até o final de 2024.


Nesse caso, os cobots, robôs projetados para trabalhar ao lado de humanos, surgem em designs cada vez mais flexíveis e prontos para executar tarefas em empresas e residências.


Já falamos também sobre humanoides, robôs assistentes e robôs de serviço, que estão aos poucos virando realidade em várias partes do mundo. Os fabricantes estão em especial nos EUA (como a Tesla) e na China (como a Pudu Robotics), mas temos a nossa representante brasileira: a Tinbot Robótica.


E o que essas máquinas fazem? Atendimento presencial ao cliente, trabalho de garçom, carregamento de mercadorias, limpeza de ambientes etc.


Uma grande mudança na interface


Já um relatório de tendências para 2024 da consultoria Accenture aponta a "A grande mudança na interface". Trata-se de uma transformação que mergulha nos comportamentos e expectativas dos clientes.


Aqui, a IA generativa faz um upgrade, não em sua rede neural, mas na experiência das pessoas com a internet. A ideia é que, em vez de apenas transacional, ela se torne pessoal, permitindo que os usuários se sintam mais compreendidos e digitalmente essenciais.

Será "mais fácil do que nunca encontrar online os produtos, serviços e experiências pessoalmente mais relevantes", aponta o relatório.


"Para as empresas, a flexibilidade e as nuances da tecnologia apresentam uma oportunidade incrível de moldar uma representação da marca mais identificável e humana – uma representação que possa construir relacionamentos com os clientes de maneiras significativas", completa.


Cybersegurança: 'fakes' quase reais e temor sobre games e filmes


Tecnologias de IA generativas, deepvoice e deepfake estão cada vez mais próximas do real. Na análise de tendências da Kaspersky, firma de segurança digital, vai engrossar a necessidade de desenvolvimento de ferramentas universais de checagem de imagens, vídeos e áudios manipulados, em especial com a aproximação das eleições de 2024.


A empresa reforça a atenção para as tecnologias de deepvoice, que vêm sendo usadas em diversos tipos de ataques cibernéticos. O avanço de assistentes de voz, como o apresentado pela OpenAI, amplia esse alerta que pode ser mais facilmente explorado por criminosos.


Outra previsão da Kaspersky se relaciona a filmes e games aguardados pelo público, como o filme Duna 2 e GTA VI. Com a galera sedenta por novidades – após a greve de atores e roteiristas – , golpistas digitais podem lançar phishings com a falsa promessa de acesso a conteúdo exclusivo ou inédito. No caso dos jogos, podem rolar ainda chaves fakes de acesso a preços baixíssimos.


Pode parecer bobeira, mas é nesse tipo de atrativo que se escondem programas maliciosos, que podem roubar dados de empresas e usuários comuns. Quem avisa amigo é!


Fonte: Tecmundo


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