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Meta aposta em assinaturas pagas para diversificar receitas além da publicidade

  • Foto do escritor: WMB Marketing Digital
    WMB Marketing Digital
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura
As funcionalidades básicas seguirão disponíveis para todos os usuários, enquanto os pacotes pagos devem concentrar recursos avançados.
As funcionalidades básicas seguirão disponíveis para todos os usuários, enquanto os pacotes pagos devem concentrar recursos avançados.

A Meta Platforms, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp, prepara um novo passo em sua estratégia de monetização ao testar a oferta de uma experiência premium paga em suas principais plataformas. A iniciativa marca um movimento mais amplo da companhia para diversificar receitas e reduzir a dependência quase exclusiva da publicidade, em um contexto de custos crescentes com infraestrutura, inteligência artificial e desenvolvimento de produtos.


Informações divulgadas pela própria empresa apontam que os testes devem começar nos próximos meses e preveem a criação de planos de assinatura opcionais, que não substituem o uso gratuito dos aplicativos. As funcionalidades básicas seguirão disponíveis para todos os usuários, enquanto os pacotes pagos devem concentrar recursos avançados, ferramentas exclusivas e novas possibilidades de personalização e controle.


O modelo ainda está em fase inicial e os detalhes variam de acordo com cada plataforma. No caso do Instagram, onde a discussão está mais avançada, a proposta envolve funcionalidades historicamente demandadas por usuários mais intensivos, como criadores de conteúdo, profissionais de Marketing e perfis que utilizam a rede como canal de negócios.


Entre os recursos avaliados estão a possibilidade de organizar audiências de forma mais granular, acessar métricas e informações adicionais sobre seguidores e utilizar modos de navegação com maior controle de privacidade, como a visualização anônima de Stories. A expectativa é que parte dessas ferramentas seja integrada a soluções baseadas em inteligência artificial, ampliando a capacidade de criação, edição e análise de conteúdo.


No Facebook e no WhatsApp, a Meta ainda mantém maior reserva sobre o escopo das assinaturas, mas sinaliza que as ofertas também devem seguir caminhos distintos. No Facebook, o foco tende a recair sobre recursos avançados de gestão de comunidades, páginas e conteúdos, enquanto no WhatsApp as possibilidades incluem funcionalidades adicionais para comunicação, organização e produtividade, especialmente para usuários que utilizam o aplicativo em contextos profissionais ou comerciais.


Fonte: Mundo do Marketing

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